domingo, 19 de junho de 2011

CENTRO DE FORMAÇÃO TEREZA VERZERI DIVULGA O TRABALHO DE SUA ASSESSORIA DE IMPRENSA

 




Atividade mostrou a importância do apoio da imprensa local para divulgação de atividades

Atividade realizada na última quarta-feira (15) contou com a presença da Assessoria de Comunicação da Câmara de Vereadores

            Realizada na tarde desta quarta-feira, 15 de junho, nas dependências do Centro de Formação Tereza Verzeri, de São Borja, a primeira “Visita Dirigida” promovida pela AMAS Assessoria de Imprensa, voltada para a divulgação dos trabalhos do grupo assessor que está prestando estes serviços à instituição de ensino.

            O projeto está sendo realizado pela Universidade Federal do Pampa – Unipampa, através da disciplina de Assessoria de Imprensa ministrada pelo professor Doutor Gonzalo Prudkin.

            As alunas Ana Márcia Caldeira Nilson, Mirela Ferreira e Noemi Mikita Cabelleira realizam o trabalho de forma voluntária, o que valoriza ainda mais o projeto e a instituição, que atende dezenas de crianças de baixa renda residentes no município.

            O CFTV é uma entidade religiosa de caráter público-privado que presta atenção às crianças e adolescentes em situação de risco, visando o compromisso emancipatório e o exercício da cidadania. O propósito institucional visa à formação integral e a inclusão social através da Educação, na perspectiva de assegurar os direitos à vida, saúde, alimentação, educação, esporte, lazer, profissionalização, cultura, dignidade, respeito, liberdade, e a convivência familiar e comunitária.

            Foi fundado em 1936 e hoje atende crianças e jovens em turno integral. No turno inverso os alunos participam de diversas oficinas, entre elas: capoeira, piano, culinária, ginástica rítmica e olímpica, educação ambiental e teoria musical, dentre outras, as quais estão sendo divulgadas pelo AMAS.

            A organização não-governamental sustenta as oficinas através de diversas atividades realizadas durante o ano, como o Baile dos Namorados, realizado n a última sexta-feira (17) no Parque de Exposições de São Borja.

            Após breve explanação sobre a importância da Assessoria e das atividades do CFTV, a irmã Sonia Grass agradeceu a presença do orientador da disciplina, a disponibilidade e o trabalho prestado pelas alunas e destacou a importância de ações voluntárias como esta para o Centro de Formação, além de destacar a presença de Lilian Machado, responsável pela Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal de São Borja, entidade que também colabora para com as atividades da casa.

            A atividade encerrou-se com um coffe-break oferecido aos presentes.

Após a atividade, os convidados realizaram um painel sobre as atividades realizadas no CFTV.




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CENTRO DE FORMAÇÃO TEREZA VERZERI CONVIDA AOS CIDADÃOS DE SÃO BORJA A PARTICIPAR DO BAZAR SOLIDÁRIO


Atividade realizada uma vez por mês auxilia a sustentabilidade da instituição

O Centro de Formação Tereza Verzeri (CFTV) é uma instituição educacional pública local. Para realização de atividades extracurriculares para seus alunos a escola realiza diversas atividades para obtenção de renda. Uma destas atividades é o BAZAR SOLIDÁRIO, realizado mensalmente no primeiro final de semana, nas dependências do CFTV.

Doações comercializadas no Bazar auxiliam na sustentabilidade do CFTV e das oficinas extra-classe.


Maria Conceição Aquino é uma das coordenadoras do Bazar que existe há mais de cinco anos. O bazar se compõe basicamente de doações que a comunidade oferece, materiais usados como roupas, brinquedos em geral, jogos, bolsas, acessórios, carrinhos de bebê. Além da comunidade, uma empresa da cidade, citada como a que se tornou a ajuda mais significativa, são as Lojas MH.

Este material é dividido em duas partes: uma fica para uso dos próprios alunos na escola e a outra parte é vendida, a preços simbólicos, variando de R$ 1,00 à, no máximo, R$ 20,00.

Conceição declara que para o Centro de Formação a “importância do bazar está em que é oferecido para a comunidade com preços acessíveis, para que se possa adquirir dentro do seu orçamento alguma coisa que lhe é útil e que não vai sair muito caro”.

A divulgação é feita de forma bastante simples, já que os cerca de 30 clientes que diariamente visitam o Bazar em seus dias de funcionamento já sabem que na porta de entrada da Escola há sempre um recado com a data do próximo evento e também através da Rádio Cultura AM de São Borja.

            A renda é totalmente revertida para a instituição, para ser usada para oferecer melhorias aos alunos.
            O próximo Bazar Solidário será realizado no dia 01 de julho, sexta-feira à tarde, das 14 horas às 17 horas e no dia 02 de julho, sábado pela manhã, das 9 horas às 11 horas.
            Para maiores informações sobre como participar e/ou ajudar o Centro de Formação Tereza Verzeri, basta entrar em contato no endereço: Rua João Palmeiro, nº1746, através do telefone: (55) 3431-2805 ou ainda através do e-mail: social.cftvsaoborja@verzeri.org.br.



O valor simbólico das peças favorece a aquisição de diversos bens sem haver alto custo.


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DE OLHO EM PROMISSORES TALENTOS CENTRO DE FORMAÇÃO TEREZA VERZERI OFERECE AULAS DE GINÁSTICA

 Os estudantes podem freqüentar tanto ginástica olímpica quanto ginástica rítmica

Barra fixa, mesa de salto e argolas são alguns dos equipamentos aplicados nos exercícios de ginástica rítmica e olímpica.

Alunos poderão ser os novos campões olímpícos dentro de alguns anos.


Há mais de três anos foi criado um projeto esportivo de incentivo às atividades, sob a coordenação de Bruno Martins, instrutor das oficinas de ginástica com as crianças e adolescentes durante a semana. “Estou desde o início e é gratificante ver o desempenho dos alunos que melhora a cada dia”, relata o instrutor.

O grupo começou com caráter experimental e com o apoio do projeto Criança Esperança, a oficina ganha novo impulso: com esse auxilio foi possível comprar equipamentos fundamentais para a execução da ginástica olímpica, que trabalha com toda parte motora, além de promover a disciplina e concentração que são primordiais para um bom trabalho.

Isabella Muniz, de treze anos, participa da oficina há mais de dois: “A atividade ajuda no desempenho no colégio porque eu me concentro mais nas aulas, melhorou minha parte física, eu amo isso e espero que continue a ginástica”, conta.

Durante as aulas, alguns detalhes fazem a diferença entre um estilo de ginástica e o outro.


As atividades são divididas entre meninos e meninas, dependendo do estilo da ginástica.


Determinados aparelhos são usuais nas atividades que envolvem as meninas, como é o caso da Trave de Equilíbrio, onde a menina exercita estabilidade no movimento e concentração, enquanto que o Cavalo com Alças é específico para meninos, pois o aparelho exige força e precisão, além do equilíbrio. A ginástica rítmica é exclusiva para meninas, ela trabalha com a leveza, precisão e agilidade, e o treino ocorre sob um tipo de colchão especial, para não haver contusões.

Observando a capacidade de seus alunos, Bruno os qualifica para que no futuro possam surgir como novos talentos nessa categoria esportiva: “Eles estão melhorando, tem muita gente boa e pode um campeão olímpico sair daqui”, diz o instrutor.

Iniciativas como esta fazem a diferença às crianças e aos adolescentes, proporcionando bem-estar e satisfação.


 
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OFICINA DE CAPOEIRA AJUDA NO AUMENTO DA DISCIPLINA DE JOVENS DO CENTRO DE FORMAÇÃO

A atividade desenvolve corpo e mente dos alunos

A busca pelo auto-controle e a diminuição na agressividade de alunos do Centro de Formação Tereza Verzeri proporcionou, há cerca de três anos, a criação da Oficina de Capoeira. Realizada nas segundas-feiras, contando com duas turmas, a atividade é ministrada por Bruno Martins, professor de Educação Física e integrante do Grupo Caúna Capoeira, para cerca de 20 alunos, entre meninos e menina s – que começaram a participar este ano – que tem de 11 a 14 anos e estudam da 5ª até 8ª série.
Os alunos são selecionados no início de cada ano letivo, a partir de inscrição voluntária na oficina, põem estão sendo constantemente avaliados pelo professor da oficina em conjunto com os demais para avaliar se entre os interessados que se inscreveram todos estão de acordo com a aplicação da atividade e os que não se encontram nesta situação são retirados e repassados a outra oficina.
            Nesta atividade os oficineiros aprendem golpes, esquivas, além de melhorar a disciplina e controlar a agressividade. O professor exemplifica o trabalho realizado através da evolução dos gêmeos Natan e Tainan Liscano, de 11 anos, em especial o caso de Tainan “que era bastante agressivo apesar de ser amigos de todos, quando embrabecia não importava quem fosse, ele batia e agora já tem um auto controle”, declara Bruno.
            Jovem de 12 anos, estudante da 6ª série, Alexander Godói dos Santos começou a participar da oficina de capoeira por curiosidade e gostou da novidade oferecida pela escola, participando desde o início. Quando houve um interrupção nos trabalhos – a escola precisava de mais tempo para dedicar as oficinas de ginástica que estavam começando – o aluno não desistiu do esporte e procurou um dos grupos particulares existentes em São Borja para dar sequência ao aprendizado e à prática.
            Para ele “respeitar os mais velhos, pois quando há uma corda maior (corda na capoeira é o mesmo que as faixas dos tae-kon-do), você não pode desafiar” é o maior ensinamento da capoeira e declara que “sente alegria na capoeira”. O aluno percebe também que nas apresentações que o grupo realiza muitas pessoas se interessam em participar e demonstra desapontamento pelo pouco número de aulas dadas, já que o que é ensinado em uma semana acaba muitas vezes caindo esquecimento até o próximo encontro.
            Apaixonado pela capoeira, Alexander afirma que quando sair do educandário, daqui dois anos, vai procurar um grupo particular para continuar aprendendo e exercitando a arte da capoeira.
            Além deste trabalho “psicológico”, as aulas contam com aplicação de técnicas, teoria e história da capoeira, inclusive abordando ritmos e instrumentos – adquiridos pelo CFTV para o grupo e da doação de um berimbau pelo professor – integrantes do esporte através de vídeos e revistas: “A capoeira para trabalhar com ela tem que ser completa, não adianta o aluno chegar, ser bom tecnicamente e não saber nada da história, então eu sempre trabalho em conjunto a teoria e a prática”, destaca o professor.
            O Grupo de Capoeira do CFTV é chamado para realizar apresentações principalmente em escolas, além de praças e na Câmara Municipal, quando o evento trata de cultura. Para tais apresentações os adolescentes usam os abadas (calças de capoeira), confeccionadas a partir de um projeto realizado há dois anos para compra do material, além de uma camiseta do Projeto Criança Esperança, para identificação da escola.
Alunos aprendem a ser mais calmos na capoeira, o que...


gera também mais concentraçãonos estudos.


 
 
 


UM POUCO DA HISTÓRIA DA CAPOEIRA
Iniciada na época dos escravos, com negros vindos mais precisamente da região de Angola, a capoeira surge como um grito de liberdade, pois quando os negros fugiam e os feitores tinham de buscá-los eles treinavam esta luta para poder combater, já que não tinham armas e procuravam a fuga da escravidão.
A música existe na capoeira porque neste período, enquanto alguns negros treinavam esta luta, um vigia ficava de guarda e quando avistava o feitor tocava uma espécie de berimbau feito de arames, porongo e madeira – e às vezes até com latão – para dar a ideia aos feitores de que a luta era uma dança ingênua dos negros. Não havia fala, apenas o vigia começava a tocar o berimbau e os negros começavam a dançar.
Após a libertação dos escravos, em 1888, a capoeira foi proibida, pois quando os negros foram para as ruas muitos a utilizaram para saquear e assaltar estabelecimentos comerciais. O branco se inseriu nesta luta e levou suas armas brancas, marginalizando a capoeira. Anos depois foi promulgada uma lei que incluiu a capoeira do Código Penal Brasileiro.
Na época de Getulio Vargas, o então Presidente da República convidou o Mestre Bimba – Manoel dos Reis Machado – para fazer uma apresentação de capoeira no governo. A partir desta apresentação foi liberada a atividade no País, sendo criada a “1ª Academia de Capoeira”, fazendo com que se perdesse o cunho de atividade marginal, pois só quem podia participar da academia do Mestre Bimba era quem possuía carteira de trabalho assinada.
Com isto a capoeira começou a ir para escolas, academias, apresentações em praças e locais públicos, sendo difundida para vários países, dentre eles: Japão, China e Estados Unidos.
Atualmente foi reconhecida como único esporte brasileiro e há uma lei esepcificando que sua prática deve ser lecionada em todas as escolas do Brasil. Já existem também cursos pós-graduação em capoeira, voltados para profissionais da área da saúde e professores de educação física.
Em são Borja existem hoje dois grupos:o Caúna Capoeira e o Axé Capoeira. O Caúna é composto de três professores, que também dão aulas em outras escolas e em academias, onde se reúnem os integrantes que buscam mais experiência. Também realizam rodas de capoeira nas praças, geralmente nos domingos.
Para fazer parte do grupo nas academias são formadas turmas onde os alunos são identificados – para não ocorrer desvio dos princípios e do cunho educativo da capoeira, por ela não deixar de ser também uma luta.

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CENTO DE FORMAÇÃO PROMOVE JANTAR BAILE DOS NAMORADOS

Dentre as diversas atividades promovidas pelo Centro de Formação Tereza Verzeri realizar-se-á dia 17 de junho um Jantar Baile alusivo ao Dia dos Namorados. A comemoração terá início às 21 horas no Restaurante do Parque de Exposições General Serafim Dornelles Vargas, de São Borja.
Contará animação musical a cargo de Jorge Correa, tocando Jovem Guarda, anos 70 e 80, músicas nativistas, pop nacional e sertanejo, entre outros estilos.
Os ingressos estão à venda no Centro de Formação Tereza Verzeri, localizado na Rua João Palmeiro, nº1746, Centro, São Borja /RS ou pelo telefone: (55) 3431-2805; e na Confeitaria Kitute, localizada na Rua Riachuelo, nº 1063 ou pelo fone (55) 3431 – 3557 ou ainda 3430 – 3030, ao preço de R$ 20,00 (vinte reais) por pessoa e o cardápio será galeto, massas e saladas.
Esta será a segunda edição voltada à aquisição de fundos para sustentabilidade do Centro, buscando também proporcionar um encontro entre casais colaboradores e amigos do CFTV.


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CENTRO DE FORMAÇÃO LOCAL OFERECE MÚSICA ERUDITA PARA AS CRIANÇAS DE SÃO BORJA

 Alunos do Centro de Formação Tereza Verzeri podem agora participar de aulas gratuitas de piano.

Sendo um projeto que conta com oito anos de vida, as aulas de piano para alunos do Centro de Formação Tereza Verzeri surgiram pela iniciativa da professora e pianista Sibeli Chaves. As aulas são gratuitas e oferecidas aos alunos do educandário uma vez por semana com teorias, na residência particular da professora, e os sábados as aulas práticas que ocorrem no Centro de Formação.

            Os estudantes do CFTV contam com diversas atividades extracurriculares, entre elas as aulas de piano clássico. Atualmente sete estudantes entram em sintonia com o instrumento que é considerado por muitos de alta classe.

Professora ensina as técnicas e os alunos praticam no velho piano alemão.
            Mesmo sem condições sonoras adequadas, no piano alemão, muito antigo, vê-se a dedicação e o surgimento de novos talentos. Entre eles, os irmãos Natan e Tainan Liscano, de 11 anos, que iniciaram as aulas no ano passado, segundo explica a pianista Sibeli Chaves: “eu gostava desses meninos porque eles sempre foram muito ligados a cultura. Então eu achava muito bonito o fato de eles estarem sempre atrás da música. Eu gostava disso. Eu vim pra fazer um serviço voluntário nas férias e eles estavam também – já outro fato que eu gostei de ver, nas férias eles estarem trabalhando na instituição, como voluntários, para fazer o que fosse de serviço. Então eles começaram a me procurar para saber escrever as notinhas (musicais) e começamos a nos reunir, pegávamos cadernos e eles começaram a aprender as notas”.

O piano armário – como é conhecido – precisa de uma reforma geral, de alto valor e que não é possível de ser custeada pela Escola. A pianista pretende fazer uma reforma com um técnico, consertando o mínimo do instrumento para que se torne passível de uso pelas crianças. Enquanto isso não acontece o piano está sendo usado apenas para exercícios mecânicos e de repetição para adquirir mobilidade e agilidade, entre eles escalas, acordes e arpejos, e o restante da aula prática é realizado em um teclado.

A teoria é ensinada individualmente na casa de Sibele, que também dá aulas particulares e inclui os alunos da escola entre seus horários. Nestes encontros os alunos aprendem a ler partituras e fazem exercícios de fixação de notas musicais. Nos sábados são realizados reforços, no Centro de Formação, momento em que os alunos recebem auxílio de mais uma voluntária, a menina Ana Flávia Soares, de treze anos, que há sete é pianista e agora aproveita para repassar um pouco de sua técnica aos mais novos. “Eu acho importante passar a arte de tocar piano. É bem difícil tocar piano hoje em dia, mas é muito bom”, declara.

As aulas de piano são gratuitas para os alunos da escola e são ministradas de forma voluntária, assim como muitas das atividades desenvolvidas no turno inverso ao das aulas. Para maiores informações sobre as aulas particulares a pianista Sibeli Chaves atende no seguinte endereço: Rua Mancias Alves, 2871 e pelo telefone (55) 3431- 4368.
Contudo, durante as quartas-feiras e os sábados os novos pianistas são-borjenses tem espaço ofertado pelo Departamento de Cultura da Prefeitura Municipal no Memorial Casa de João Goulart para mostrar sua arte.
Sonhando com um futuro promissor, todos demonstram carinho e apreço a quem lhes dedique qualquer momento de atenção.


Auxiliar os mais novos na música erudita é função desempenhada pela jovem Ana Flávia, que auxilia a professora de forma voluntária.

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ALUNOS CONTAM COM AULAS DE TEORIA MUSICAL NO CENTRO DE FORMAÇÃO TEREZA VERZERI

Projeto em parceria com o Exército Brasileiro traz ainda mais conhecimentos para jovens do educandário
Sargento Valdi ensina Teoria Musical aos alunos que já tocam de ouvido...

            O minuano sopra forte no sul do Brasil. E o 1º Sargento do Exército do 2º Regimento de Cavalaria Mecanizada – Regimento João Manoel, de São Borja está sentindo isso na pele. Nascido no Rio de Janeiro e vindo de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Valdi Vieira de Oliveira é músico desde os 15 anos e hoje participa de um projeto em parceira com o regimento e escolas do município.
            O trabalho desenvolve-se roteirizado pelo Comando do 2º RCMec, com a formação de fanfarras para apresentação no Desfile alusivo ao Dia da Pátria, em 07 de Setembro, nos educandários locais, porém no Centro de Formação Tereza Verzeri o trabalho está sendo realizado de forma diferenciada: os alunos participam de uma Oficina de Teoria Musical, com conhecimentos baseados em obra chamada “Livro Completo de Teoria Musical e Solfejos”, de Belmira Cardoso e Mario Mascarenhas.
            O intuito de mais esta opção de atividade extra-curricular para os jovens é melhorar o aprendizado e a leitura das músicas daqueles que já possuem algum contato com instrumentos, tocando até mesmo “de ouvido”.

...o que também auxilia nas aulas de piano que alguns participam.

            A teoria musical visa também ensinar a leitura das notas musicais nas partituras. Um exemplo citado foi como interpretar cada nota e os sinais apresentados por ela – que podem diminuir ou aumentar seu tom -, já que a música é um estudo matemático e portanto, exato: cada sinal tem seu valor e cada valor um significado no momento da execução.
            O entendimento de tais sinais facilitará também a leitura de cifras que são as representações de acordes em músicas efetuadas por instrumentos de harmonia como o teclado e o violão.
            Camila Nunes Martins, 11 anos e estudante da 5ª série, participa de oficinas do CFTV e no caso da Teoria Musical tem gostado muito por estar tendo a oportunidade de esclarecer dúvidas e aprender novidades. Mesmo com pouco tempo de aulas – dois meses – “já estou aplicando a teoria da música nas aulas de piano e está facilitando o exercício da outra oficina”, cita ela.
            Durante a oficina os alunos aprendem também gestos semelhantes aos usados por maestros ao reger orquestras, usados para que os músicos entendam quais tempos serão usados em cada momento para execução do trabalho.

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DA SALA DE AULA AO PROFISSIONALISMO

Promovido há dois anos, Curso auxilia no sustento de famílias de alunos

Ações sociais fazem parte do cotidiano do Centro de Formação Tereza Verzeri. Por isto foi ministrado em 2007, em parceria com o Banco HSBC, Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC) e Organização Não Governamental (ONG) Parceiros Voluntários, o Curso de Corte e Costura, sendo uma meta conquistada por Roselaine Chuquel: “Fiz o curso e agora minhas colegas e eu montamos uma cooperativa independente”, relata.
Durante o período, as alunas aprenderam a cortar tecidos, costurar de várias formas, fazer moldes e tudo que se refere à confecção profissional.
A cooperativa funciona em uma sala do CFTV e está à disposição da comunidade.
Mais uma atitude movimentando a sociedade em prol do ser humano.


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UM LUGAR ONDE TUDO SE TRANSFORMA


Preservar e cuidar do meio onde vivem é o principal...










...ensinamento da Oficina de Educação Ambiental.





















Atividade desenvolvida no Centro de Formação Tereza Verzeri incentiva alunos a preservar o meio onde vivem


Latas de metal, caixas de papel, garrafas pet e muitos outros materiais que só teriam um destino para a maioria das pessoas, na oficina de educação ambiental isso tudo se transforma em artigos surpreendentes.
Já tem cinco anos que a Oficina de Educação Ambiental faz parte do cotidiano dos alunos do Centro de Formação Tereza Verzeri. O material chega até a instituição por meio, basicamente, de doações da comunidade. Após o recebimento do material, tudo é selecionado e distribuído para a finalidade que for mais adequado.
Caixinha de leite se estiver em boas condições irá para o artesanato, caso contrário irá abrigar mudas na horta cultivada pelos alunos. O papel é organizado e vai para a máquina de reciclagem, onde ele é picado, misturado com água e tinta, do qual passa para a prensa e fica envolvido por telas onde seca e se codifica em um novo material. A folha de papel pode variar de fina a grossa, cor de rosa ou branca. Óleo de cozinha vira sabão natural, o qual é moldado e pode receber cores diferentes e posteriormente é vendido para a comunidade. O papel reciclado é levado para o artesanato.
As atividades se dividem entre a horta, o cultivo de mudas, jardinagem, e artesanato. A oficina cumpre outra função social: o plantio de árvores nativas em museus, escolas e onde forem chamados.
Natan Wesley Leão Liscano, de onze anos está na atividade desde o início, onde  participa desde o plantio à reciclagem do papel, conhece todos os detalhes para harmonizar o meio ambiente e fala de sua experiência pessoal: “Eu gosto daqui, estou mais disciplinado e ensino os mais novos”.
A professora Fátima Segobia projetou a oficina com o intuito de incentivar a conscientização não somente nos alunos, mas também, na família: “Eles aprendem que não dá para desperdiçar água no chuveiro de casa, eles cuidam o jardim para manter as flores bem tratadas e se alguém tenta arrancar alguma eles não deixam”, relata. 
O papel que chega ao artesanato ganha cara nova. Dele são feitos todo tipo de arte, do porta jóias ao cartão de aniversário, envelopes decorados, porta objetos,... Eliane Belmonte é voluntária desde novembro de 2010 e procurou a atividade como forma de passar o tempo: “Quando cheguei não levava muito a sério, agora eu me dedico mais e gosto muito do que faço”, declara a artesã.
Todo o trabalho realizado em função da Oficina de Educação Ambiental gera benefícios ao meio, proporciona aprendizado para quem participa e muda todo o ambiente com o colorido da natureza. Os produtos reciclados e vendidos têm o lucro revertido para a compra de material como cola para as embalagens do artesanato, em sacolas para as mudas, entre outros setores.



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Dia Mundial do Meio Ambiente e o Centro de Formação Teresa Verzeri

Por Mariane Zinelli (Equipe de Marketing)

Celebrado anualmente no dia 5 de Junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente catalisa a atenção e ação política de povos e países para aumentar a conscientização e a preservação ambiental.
O Centro de Formação Teresa Verzeri, através de suas ações cotidianas, busca a excelência no que se refere à Educação Ambiental e à Cidadania, sendo que temos uma oficina focada nessas ações de cuidados, preservação e conscientação ambiental com nossos educandos, famílias e comunidade, buscando ações que promovem a reflexão de que podemos e devemos conviver com a natureza, preservando-a e usufruindo dela para a sustentabilidade e lazer sem agredi-la.
Ponto de destaque foi a participação da Oficina de Educação Ambiental e Cidadania no Fórum de Comunicação, Cultura e Cidadania, promovida pela Universidade Federal do Pampa, no início do mês de junho, em que os alunos juntamente com a Educadora Responsável pelo Projeto, professora Fátima Segóbia,  puderam expor a trajetória já realizada por eles e seus trabalhos com material totalmente reciclável.
Também está acontecendo desde o início de abril, a “1ª Gincana Ecológica”, que envolve todas as turmas com o objetivo de refletir como estamos agindo com o nosso planeta, pois o Projeto “chefe” desta ação é entitulado “AMIGOS DO MEIO AMBIENTE”, assim, buscando formar cidadãos ambientais do futuro, por meio de ações aqui e agora, a partir de atitudes concretas, em casa, na escola, na comunidade, indo além do Centro de Formação, perpassando as fronteiras do “buscar uma melhor qualidade de vida”!
Que possamos todos, em virtude do que Deus criou, preservar e zelar, para a atualidade e para nossas gerações futuras, pois sendo a natureza é perfeita, vamos preservá-la!

AMAS – Assessoria de Imprensa do Centro de Formação Tereza Verzeri
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